Uma nova Guatemala

(Infolatam). - “…A defesa de Ríos Montt já “recorreu da sentença”, o que fará que o chamado “julgamento do século” se prolongue ainda em algumas semanas. Quem segue de perto o caso pensa que já não haverá marcha ré, mas que sim é possível que o genocida, por sua avançada idade, passe os anos que lhe restam em detenção domiciliar e não na prisão.”

O relatório

Cristina Fernandez apresenta a reforma judicial

Argentina: Cristina Kirchner vai por todo o poder

(Especial para Infolatam por Rogelio Núñez)-. Cristina Kirchner converteu 2013 em um ano chave para seu governo. O poder judiciário, a liberdade de imprensa e até o poder legislativo correm o risco de ficar ferreamente controlados pelo kirchnerismo que deseja garantir o futuro do seu projeto político para além de 2015.

Onde está a América Latina?

(Infolatam). - “…Grosso modo, o planeta conta com sete bilhões de habitantes e produz anualmente 83 mil bilhões (trillions em inglês) de dólares. Isso dá, arredondando a cifra, uns $12 000 per capita….Há vários países latino-americanos que, efetivamente, estão acima dessa cifra: Chile, Panamá, Uruguai, Argentina, Porto Rico, México, Venezuela e Costa Rica. O Brasil está exatamente na fronteira: 12 000 dólares. Mas, a maior parte cai para abaixo da média do planeta”.

A análise

Vicente Botín

A ilusão de ótica cubana

(Infolatam).- “…Com esse “ideário” é difícil pensar que Díaz-Canel seja o “substituto” que vá dirigir o processo de transição em Cuba. É uma figura decorativa, uma ilusão, uma ilusão de ótica, essa técnica pictórica que brinca com a perspectiva, o sombreado e outros efeitos óticos para enganar a vista. Mas, a realidade da ditadura não admite armadilhas. Como diz Laocoonte em Eneida: “desconfio dos gregos inclusive quando trazem presentes”.”.

A análise

Manuel Alcántara

O casamento de pessoas do mesmo sexo e os legisladores latino-americanos

“…Em termos da opinião pública o Barómetro das Américas da Universidade de Vanderbilt (LAPOP) assinala que as posições dos cidadãos latino-americanos de acordo com os países são muito diferentes, situando na liderança da opinião favorável o Uruguai, a Argentina, o Brasil, o México e o Chile, enquanto se localizam em uma posição nada permissiva o Paraguai, a Guatemala, Honduras e El Salvador”.

A análise

Carlos D. Mesa

Morales e o terceiro mandato

(InterAmerical Dialogue. EUA).- O Tribunal Constitucional da Bolívia tomou uma decisão  que, apesar de que deva ser respeitada, mostra sua subordinação ao poder executivo. A cláusula transicional da Constituição de 2009 que explicitamente limitou a possibilidade de um terceiro mandato para Morales, foi incorporada após um acordo político entre o governo e a oposição em 2008 e foi redigida para o Presidente Morales e para as eleições de 2014 (por isso, sua natureza transitória).

O relatório

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Evo Morales e a Central Operária Boliviana em guerra pensando nas eleições de 2014

(Especial para Infolatam por Rogelio Núñez)-. Evo Morales tem o caminho aberto para a reeleição e relativamente simples devido à falta de união opositora. Enquanto chega esse momento, em 2014, as mobilizações indígenas e as greves da Central Operária Boliviana (COB) são as únicas mostras de real resistência contra o evismo.

A análise

Asdrubal Oliveros

Democracia: quantidade vs. qualidade

“…Desde a chegada de Chávez até agora realizamos 18 eleições. Isso, não obstante a alta frequência de eleições não faz que o país seja mais democrático. Pelo contrário, pode se notar como as instituições são mais e mais polarizadas e que a transparência e credibilidade das nossas instituições decaíram notavelmente nos últimos anos. É notável como nossos países vizinhos melhoram a qualidade da sua democracia, enquanto a Venezuela retrocede se localizando cada vez mais ao final da lista.” (Ecoanalítica. (Venezuela)

A análise

Clarín (Argentina)

O próximo passo do novo regime é calar o jornalismo

“…Este novo regime que está se erigindo precisa de um jornalismo medíocre e acrítico, um “serviço público” governamental. Agora vem o que não conseguiram ainda com a lei de meios: intervir no Grupo Clarín para silenciá-lo, se apoderar do papel de jornal, continuar com as ações publicitárias para afogar este veículo, a La Nación e a Perfil. Precisam de silêncio para perpetrar o que lhes falta do “vamos por tudo”.” (Clarin. Argentina)

A análise

Sergio Bitar

Reflexão sobre os caminhos da Venezuela

(Especial para Infolatam).- “…Os governos de países latino-americanos poderiam contribuir com a busca de espaços de conversa interna para assegurar a democracia. Dialogar e negociar são da essência da política democrática.  Sei da lamentável reação de Maduro à proposta do chanceler peruano de promover conversas. No entanto, esse é o caminho correto para ajudar os venezuelanos a encontrarem saídas, por seu próprio bem e o da América Latina.”

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