(Especial Infolatam)- A princípios do século XX, a esquerda debatia sobre a importância de participar de uma eleição. Em 1910, o primeiro partido de esquerda, o Partido Socialista, ganhou a primeira banca no Parlamento, graças ao fato de que um dos partidos históricos se absteve de participar das eleições questionadas.
Artigos que tem publicado Nelson Fernández Salvidio.
Eleições no Uruguai (3)- Os colorados: em ascensão e com a bandeira da ordem e segurança
(Especial para Infolatam).- No Uruguai, o Partido Colorado era sinônimo de poder. Até março de 2005, os colorados tinham governado durante 76,4% da vida desta república. Seu adversário histórico, o Partido Nacional ou os brancos, o havia feito em apenas 12,4% de todo esse tempo, enquanto as Forças Armadas tinham governado 6,7% do período institucional iniciado em 1830 e os restantes 4,5% tinham sido de coparticipação muito particular.
Eleições Uruguai (1) – O contexto: a batalha eleitoral antecipada, em boa fase com alguma fissura
Eleições Uruguai (2): Os brancos, concorrência interna com sobrenomes calcados e final incerto
Eleições Uruguai (2): Os brancos, concorrência interna com sobrenomes calcados e final incerto
(Especial para Infolatam).- Larrañaga contra Lacalle; uma história repetida com finais diversos para as peças brancas do xadrez político uruguaio. Em 2004, a interna do Partido Nacional foi definida entre as pré-candidaturas de Luis Lacalle e Jorge Larrañaga: ganhou o senador Larrañaga, mas depois perdeu a presidencial para o frenteamplista Tabaré Vázquez.
Eleições Uruguai (1) – O contexto: a batalha eleitoral antecipada, em boa fase com alguma fissura
(Especial para Infolatam).- “…O tabuleiro político uruguaio vive um tempo de efervescência eleitoral com uma campanha antecipada. Neste ano definem-se todos os pré-candidatos presidenciais e isso começa a configurar o novo cenário. Tanto brancos como colorados têm a convicção de que deslocarão a esquerda do governo. Os frente-amplistas sentem-se seguros para seguir governando, mas para isso querem confirmar que Tabaré Vázquez seja seu candidato.
Este é o primeiro artigo de uma série, “A corrida eleitoral do Uruguai”:1. O contexto: A batalha eleitoral antecipada, em boa fase com alguma fissura2. Os brancos: concorrência interna com sobrenomes calcados e final incerto3. Os colorados: em respeito e com a bandeira da ordem e segurança4. Os frente-amplistas: todas as fichas para Tabaré e o debate sobre “para que?”
Argentina: Os “saqueamentos” a comércios no país da Lei do mais forte
(Infolatam).- O governo ajudou muito a construir a sensação de que vale “a lei do mais forte”. E muita gente assimilou essa mensagem. E agora atua em consequência disso. Para muitos saqueadores, será um “feliz Natal”. Para os saqueados, em alguns casos será o fim de seu negócio, e em outros, o recomeço. Para eles, fazer esforço e trabalhar não paga tanto como roubar.
Assim a Argentina termina o 2012.
A reeleição sobrevoa o Rio da Prata e o problema está em escassa renovação
(Especial para Infolatam).- Em ambos os países do Prata, a fórmula da reeleição é a que se empurra para assegurar o poder. Cristina Fernández percebe que a possibilidade de uma nova reeleição se freia ante uma rejeição popular que se expressa nas pesquisas. Os argentinos lhes incomodam tanto acúmulo de poder.
José Mujica não busca uma reforma para seguir no poder, nem permite que sua esposa o faça, mas sustenta que seu antecessor Tabaré Vázquez tem a preferência para sucedê-lo. Assim, custa muito ver a renovação política
Argentina contra o Uruguai escreve o manual do perfeito “charlatão”
É para ciência política; a Chancelaria da Argentina acaba de publicar todo um capítulo de um ‘manual do perfeito charlatão’, e ainda que isso possa parecer simpático e de baixo impacto, na realidade se trata de um assunto muito grave.
Mujica: os uruguaios exigem-lhe melhor gestão
(Especial para Infolatam).- “…Criticam Mujica por falar muito, mas fazer pouco. O problema é que não só se trata de falta de ação, senão que ao falar, Mujica também tende a enredar propostas de governo, ou a anunciar planos que não tem acordado na interna e muito menos, definido realizar efetivamente.
As dúvidas sobre o gerenciamento vão crescendo e baixinho se expressam inclusive dentro de suas filas, por aqueles homens do governo que o acompanham de longo tempo, até de horas de luta revolucionária.”
O jogo de José Mujica
(Especial para Infolatam).- “…neste período de negociação pela troca ministerial, deverá fazer o que mais gosta –desde que não se irrite- que é negociar, ceder, conseguir, pactuar. Não para agradar a todos, mas para deixar um gabinete executivo e eficiente, que lhe permita chegar ao último trecho de seu mandato, bem como para jogar os dados de forma a alcançar a sua meta”.
O fantasma da crise financeira: A panela de pressão do Rio da Prata
(Especial para Infolatam).- “….Neste 25 de maio, a presidenta Cristina Fernández participou do “Te deum” da Catedral de San Carlos de Bariloche, pela comemoração do 202 aniversário da Revolução de Maio. Só lhe resta pedir a Deus para evitar a fuga de capitais, para impedir o títulos de pesos argentinos a dólares, para conseguir que ingressem investimentos estrangeiros, para evitar que a inflação contida mediante atos de prepotência se faça visível nos fatos cotidianos.”
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