Já ficaram para trás as reuniões de primavera nortenha do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Agora é o Foro Econômico Mundial que se reúne em Lima para discutir as perspectivas econômicas da região. Nota-se algum nervosismo entre os líderes políticos e econômicos dos nossos países, mas na realidade há um grau de complacente tranquilidade, já que as coisas parecem ir geralmente bem, e com boas perspectivas para o futuro.
Artigos que tem publicado Claudio Loser.
Perspectivas de crescimento na América Latina: aceitáveis, mas com grande perigo à espreita
Reflexão pessoal sobre a Presidente Kirchner, o governo do Irã e a comunidade Judaica argentina
Este artigo não é um dos meus usuais comentários a respeito da economia latino-americana, nem das políticas econômicas que se seguem ou não. É um depoimento pessoal a respeito do conflito que surgiu entre a Presidente e a comunidade Judaica da Argentina em relação ao memorando de entendimento com o Irã. E que me dói profundamente.
O renovado grande clássico latino-americano: Brasil e México
(INFOLATAM).- “…Depois de um longo período de hibernação, o México olha novamente para todos os pontos cardinais ainda que o Norte nunca perderá sua importância. Com uma economia aberta e dinâmica, as perspectivas são encantadoras para crescer rapidamente e, no mínimo, para compartilhar a liderança latino-americana. Um Brasil muito imerso em si mesmo permite isso.”
Argentina, comércio internacional, Freud, Potemkin e outros personagens
(Especial para Infolatam).- “A classe média argentina, na medida em que pode permitir, é usuária devota da psicologia para ajudar a resolver seus conflitos pessoais e familiares. Mais ainda, a Argentina é um dos poucos lugares onde se mantém vigente a psicanálise como escola central para resolver complexos conflitos internos. O mundo aprendeu muitíssimo com Freud, mas a prática avançou para métodos mais pragmáticos…”
México Lindo e Querido: Para a grandeza ou o esquecimento
(Infolatam).- O México pode chegar a atingir em duas gerações um rendimento per capita quase quatro vezes maior que o atual, ou pode manter sua inércia, perdendo a corrida internacional. Mas, será necessário trabalhar duro, com devoção, cooperação e visão por parte de toda a sociedade. O México não pode depender somente do que acontece além das suas fronteiras. As perspectivas são boas, mas o trabalho tem que começar hoje.
Panelaços como expressão da dissidência democrática
(Especial para Infolatam). No dia 8 de novembro, a manifestação massiva e pacífica por parte de uma classe média descontente nas principais cidades da Argentina, em forma de panelaços, está mandando uma forte advertência à Presidente. Hoje, a deterioração econômica da Argentina só é freada pela enorme riqueza do país, principalmente em agricultura, mineração e capital humano. Mas, esta proteção tem limites.
A realidade é a única verdade: Aristóteles, o Presidente Perón e a Presidente Kirchner
(Infolatam).- “…A Argentina enfrenta importantes desafios econômicos, muitos deles causados por este governo. Não pode ser determinado ainda se a gira pela principal economia do mundo foi ou não um desastre, mas isso ficará claro nas próximas semanas quando os representantes de praticamente todos os países do mundo se encontrarão no Japão para a reunião anual do FMI e do Banco Mundial. Os resultados mostrarão a realidade, e seguramente nos próximos meses uma censura do FMI não será a maior das penalidades.”
Reunião do G-20 no México: De cúpula ecológica à cúpula Europlégica
(Especial para Infolatam).- “O verdadeiro centro de atenção estará na União Europeia, e especialmente no futuro de países não representados, já seja a trágica Grécia, a ainda altiva Espanha, e outros países periféricos, além da Itália e quiçá a França. ….Ainda assim, em um mundo que busca estímulos imediatos e pouco viáveis, o mais provável é que esta reunião do G-20 termine no esquecimento, mais além de uma excelente foto com o azul Pacifico de fundo.”
Lionel Messi e a reprimenda do FMI à Argentina
(Especial par Infolatam).- “…O contínuo olhar para dentro existe a nível de governo, mas que se estende a grande parte da população da Argentina, e que não parece poder aceitar que seu bem-estar está em função da sua imersão no mundo, seja em termos do triunfo externo dos seus cidadãos ou da sua atividade econômica.”
América Latina no mundo econômico: fumaça branca?
(Especial para Infolatam). “…lamentavelmente a América Latina volta a se mostrar acomodada e sem atitude, e com o perigo de cometer velhos erros. Declara-se que estamos na “década da América Latina”, esquecendo que o mesmo dizem na África, enquanto que mais ao leste se proclama o “Século Asiático”.
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