(Infolatam). “…No mercado ilegal de divisas, o dólar custa 90% mais caro que no legal. O Governo descarta uma desvalorização ou uma liberalização do mercado cambial porque teme que isso derive em uma maior inflação. Também considera que o segmento marginal é dimensionado e carece de impacto na economia real. Por enquanto, o efeito da desvalorização do peso no mercado paralelo é considerável no setor imobiliário e começa a surtir efeitos nas empresas, algumas das quais especulam com a compra ilegal de dólares ao invés de investir.”
Artigos que tem publicado Alejandro Rebossio.
Glossário para entender (um pouco) a política argentina
Na quinta-feira passada, todos os principais partidos da oposição da Argentina se uniram às manifestações que cidadãos desconhecidos vêm organizando desde 2012 em repúdio ao Governo de Cristina Fernández de Kirchner. No entanto, a fragmentada oposição está longe de se unir, ainda que talvez chegue às eleições legislativas de meio turno do segundo mandato deFernández, por se celebrar em agosto e outubro, um pouco mais compacta que em 2011.
O efeito papa e Cristina Kirchner
(Especial para Infolatam)- Já não há apenas uma chefa de Estado de origem argentina no mundo. Desde que Jorge Bergoglio converteu-se no papa Francisco, são dois. Não se sabe que impacto terá a nomeação do ex-arcebispo de Buenos Aires que entrava em conflito com os Kirchner na política argentina, mas está claro que não será neutra.
Argentina não explode nem volta a crescer à moda chinesa
(Especial para Infolatam).- “Nunca a economia argentina cresceu tanto em tempo e magnitude como nestes dez anos de kirchnerismo. Isso tudo isso estourará pelos ares? Talvez não. A terceira economia latino-americana passou de ser uma das que mais crescia na região para uma das que menos cresceu em 2012. Porém, os sindicatos de professores, habituais aliados do kirchnerismo por causa da substancial melhora salarial dada em dez anos, convocaram greves nesta semana…”
Ano de eleições na Argentina
(Infolatam).- “Começou o ano de eleições na Argentina. Não são presidenciais, mas serão de grande impacto. São as eleições do meio do segundo Governo de Cristina Fernández Kirchner. O resultado será chave para a eventual possibilidade de reformar a Constituição para permitir que Fernández se candidate pela terceira vez como candidata à presidência, um sonho que alguns kirchneristas têm…”
Nem vida ou morte, nem para desdenhar
(Infolatam).- “…Nesta sexta-feira, é o dia D na batalha entre o Governo argentino e o Clarín. É o 7D. Dia em que os 21 grupos de meios que não cumprem com a lei deverão apresentar uma proposta para se adequar a ela… Jornalistas críticos ao Governo preveem que as autoridades invadirão os escritórios do Clarín com policiais, mas teremos que esperar a sexta-feira para elucidar o que acontecerá, mais além das previsões sensacionalistas.”
O opositor que votou em Cristina Kirchner
(Especial Infolatam).- Nesta terça-feira, ocorrerá na Argentina um fato político talvez mais significativo que o foram as massivas manifestações do passado 8 de novembro. Trata-se da primeira greve geral que faz o sindicalismo peronista contra o Governo da também peronista Cristina Fernández de Kirchner.
Argentina: As cartas ainda não estão jogadas
(Especial para Infolatam).- Nesta terça-feira o Governo da “peronista” Cristina Fernández de Kirchner dará uma resposta à reclamação salarial insurgida da forças de segurança e armadas da Argentina. Nesta quarta-feira, o ex-aliado dos Kirchner, o sindicalista Hugo Moyano, enviará a seus filhos a marchar na praça de Maio contra o Governo. No próximo dia 8 de novembro, os manifestantes que recusam Cristina, marcharão até a emblemática praça que se localiza na frente da Casa Rosada. Mas, apesar das diversas expressões do mal-estar de vários setores da sociedade argentina com sua presidenta, não se pode prever o final do kirchnerismo.
Candidatos em uma Argentina que foge da recessão
(Especial para Infolatam).- “…A Argentina está desacelerando, de forma brusca, o forte crescimento dos últimos anos. A inflação, apesar da freada econômica, segue tão alta como em 2011, quando a economia crescia 7%, segundo as consultoras privadas. E, no entanto, a Argentina começou a debater se será necessário reformar a Constituição para permitir que a peronista Cristina Fernández de Kirchner se candidate para ser reeleita pela segunda vez consecutiva em 2015.”
Mais violência contra as latino-americanas
(Especial para Infolatam por Alejandro Rebossio).- As notícias da violência contra a mulher repetem-se diariamente em toda a América Latina, ainda que muitas das agressões não são divulgadas e nem mesmo denunciadas. Apesar de alguns governos terem adotado medidas, o drama continua e cresce, segundo as especialistas consultadas. A reação do machismo frente à maior independência da mulher e o incremento do crime organizado, com suas armas e sua agressão à mulher como meio de demonstração de força, fizeram com que o femicídio aumentasse.
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