Argentina: Cristina Kirchner pede “união” para resistir aos “últimos suspiros” da crise
Infolatam/EFE
Buenos Aires, 09 de julho de 2012
Las claves
- “Em um mundo tão interconectado não há possibilidades de não ser afetado pela crise” internacional, acrescentou.
A presidenta da Argentina, Cristina Fernández pediu ” união” aos 40 milhões de argentinos para continuar crescendo com “igualdade e equidade” e poder resistir a uma crise mundial da qual “não há possibilidade de não ser afetado”.
Fernández, que liderou em San Miguel de Tucumán (oeste) os atos comemorativos do Dia da Independência argentina, pediu a “ união, a organização e a solidariedade” para crescer com “igualdade e equidade”.
“Em um mundo tão interconectado não há possibilidades de não ser afetado pela crise” internacional, acrescentou.
Para que a “roda do crescimento” não se detenha, agregou Fernández, é necessário manter a produção nacional e exigir investimentos aos empresários.
Apostou também em aprofundar a “ união regional, que hoje tem um protagonismo inédito” através de organismos como “um Mercosul ampliado”, em referência à recente decisão de incorporar a Venezuela.
A chefe de Estado, de rigoroso luto como é habitual desde a morte de seu esposo e antecessor, o ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), apelou à solidariedade para obter um “crescimento harmônico” em todas as regiões do país.
Cristina Fernández pediu aos argentinos que não se deixem enganar pelos consultores econômicos que “falam todos os dias anunciando as coisas horríveis que este Governo vai fazer” mas, ao contrário, “não puderam prever” o crack econômico que sacudiu a Argentina em 2001.






















